terça-feira, 22 de novembro de 2011

KABBALAH e MAÇONARIA

Abel - Caim - Seti --- REAA

Para pensar: no dia da Páscoa (no Hemisfério Norte - Renascimento): O "AFLORAMENTO" da Parte Divina que nos contém (a CONSCIÊNCIA UNIVERSAL ), tal qual o Deus Egípcio Horus decolando em direção ao SOL, ou do Deus Persa Mithra Sacrificando o [Signo de] Touro [Sabedoria Profana], ou do Cristo que "Abre" seu Coração destacando-o da Cruz: o Pentagrama. Vamos juntar alegoria com comportamento e refletir.
Afinal, Livre Pensar é só Pensar, e Quem Pensa: EXISTE!
Niguém deve aceitar, ou acreditar (sem um profundo questionamento e pesquisa), em tudo o que lhe é dito ou revelado.
Vimos que Moisés (Persona) depois de vagar perdido pelo Deserto [Oc.'.] como M.'. Cer.'. - ao receber já como 2º Vig.'. (Persona) as Duas Tábuas com Cinco Mandamentos cada, e leva-la ao conhecimento de Seu Povo, ficou estarrecido por encontrá-lo adorando o "Bezerro de Ouro" e profundamente irado, abandona-o, SACRIFICANDO O SEU COMPORTAMENTO DE ABEL (Persona) - numa cíclica mudança de gestão - E TORNA-SE CAIM: 1º Vig.'. (Persona), quando à partir de então, só deixa passar quem não for "Crente, Crédulo, Imbecil, Trouxa, Idiota, etc." e com Ele se identificar.
Mas mesmo assim, depois desta 'razia' étnica (Loj.'.), descobre que na próxima gestão, também terá SACRIFICADO O SEU COMPORTAMENTO DE CAIM (Persona) e tornar-se-a SETI (Persona): o Filho Justo e Correto, que torna-se o único a poder perpetuar-se pela Eternidade.
Assim, um V.'.M.'. que tenha opinião sobre qualquer assunto, antes de ouvir as Duas CCol.'. - Norte: CAIM e Sul: ABEL, jamais poderá se tornar a Col.'. Central: SETI e será um escabroso simulacro do TRONO! Pois ao lá ser 'Instalado', só poderá se valer da CONSCIÊNCIA UNIVERSAL para poder JULGAR), e sempre terá de 'sacrificar' a "Criança" (Egrégora) reclamada pelas Duas Mães [CCol.'.], entregando cada metade dela, cortada pela Espada Flamígera, às CCol.'. - Norte: CAIM e Sul: ABEL, para ser ela, finalmente recomposta no MUNDO PROFANO!
Pois a REALIDADE ESTARÁ SEMPRE NO MEIO, NA Col.'. CENTRAL!
Pode-se entender agora, talvez COMPREENDER, do por quê as votações são complexas em Templo!

17 - A KABBALAH e as 4 LEIS DO UNIVERSO

QUATRO são as leis maiores que governam o UNIVERSO. Vejamos estas leis na 'Arvore da Vida':






1. Tudo é UM;






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2. A ação da TRINDADE DIVINA;







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3. A LEI da SEQUÊNCIA ;






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4. Existência de 4 reinos entre

a COROA e o REINO






KABBALAH - Pequena síntese

De "SEPHER YETZIRAH – O Livro da Criação e a Geometria Sagrada dos Templos Maçônicos - Ed. Letras Contemporâneas (1999)" de autoria de ULF Hermann Mondl, sintetizamos alguns
ASPECTOS SOBRE A KABALLAH:
• Utilizou de códigos para preservar-se ao longo de milhares de anos;
• O principal dos códigos é a ÁRVORE DA VIDA (Sephirots), onde cada Sephira e o caminho entre elas contém codificados ensinamentos próprios (SIGIL);
• Outros códigos utilizados ao longo dos tempos para guardar os conhecimentos contidos na Kabbalah: Astrologia , Numerologia , Tarot , etc;
• A Kabbalah tornou-se numa tradição criada para a transmissão do Conhecimento, abrangendo o entendimento e relações do micro ao macrocosmo;
• Origem do nome: Historicamente, a Mishnah judia conta, como origem para a Qabalah, que Moisés recebeu a TORÁ (a lei) no Monte Sinai , de kíbel (QBL) e daí o nome da Cabala;
• A palavra Kabbalah em sí, no hebraico, significa ‘receber’. É o estudo que prepara o homem para receber os graus e planos da vida;
• É tradição oculta (esotérica, portanto) ou doutrina secreta dos judeus, no início transmitida via oral e depois revelada e elaborada por um corpus escrito sistêmico;
• Moisés transmitiu-a a Josué, e este por sua vez transmitiu-a aos Anciãos, que sequencialmente a transmitiram aos Profetas, que finalmente a transmitiram-na aos Membros da Grande Sinagoga...;
• O ZOHAR é o principal livro de texto da Cabala Hebraica e a base fundamental da “ARVORE DA VIDA” cabalista;
• Todavia, as bases monumentais da Cabala estão nos Livros do ANTIGO TESTAMENTO, no TALMUD e em livros rabínicos conhecidos;
• Encontram-se a sabedoria e os ensinamentos cabalísticos nos textos denominados SEPHER YETZIRAH (Livro da Criação ou da Formação), e nos textos da SEPHER-HÁ-ZOHAR (Livro do Esplendor);
SEPHER YETZIRAH (ou Livro da Criação)• É um texto antiqüíssimo e conciso, composto de apenas 6 (seis) capítulos;
• Possui uma abordagem mística e filosófica dos componentes constituintes do mundo; Especula-se que tenha sido escrita na Palestina ou na Síria, entre os séculos III e IV (talvez no final do Sec. II), de autores desconhecidos;
• Saadih, no livro A PEDRA FILOSOFAL, refere-se a Qabalah como de autoria de Abrãao;
• O primeiro dos 6 capítulos do livro versa sobre alguns nomes atribuídos a DEUS e à criação do Universo por meio de 3 sepharim (números, letras hebraicas e sons):
• Os números significam as “forças transcendentais”, traduzidas pelas 10 Sephirot mais as 22 letras do alfabeto hebraico (forças básicas);
• Os 32 caminhos da sabedoria, são compostos pelas 10 Sephirot, mais as 22 letras hebraicas (Othioth), e representam “objetivos” ou “idéias” de significados simbólicos e ocultos;
• Os demais 5 capítulos versam sobre o significado das letras (a última não é expressa !):
• As 3 letras-mães (precedência do AR, da AGUA e do FOGO);
• As 7 letras duplas tomam a forma da VIDA, da PAZ, da SABEDORIA, da RIQUEZA, da BELEZA, da FRUTIFICAÇÃO e do DOMÍNIO;
• As 12 letras simples associam-se com os NÚMEROS, com os SIGNOS ZODIACAIS, com os ÓRGÃOS SENSORIAIS, com o CORPO HUMANO, com as ATIVIDADES HUMANAS, e com as correspondências devidas.

Maçônicamente, ‘trabalhar a pedra bruta’ = ‘busca de auto-conhecimento’, ou também o entendimento do Adão Kadmon (microcosmo) interno a cada um de nós. Entende-se porque a maçonaria utiliza-se de tantos códigos cabalísticos.


ESCADA DE JACÓ e a KABBALAH

Conta-se sobre um sonho que Jacó adormeceu....
Gênesis 12: "E começou a sonhar, e eis que havia uma escada posta da terra e seu topo tocava nos céus; e eis que anjos de Deus subiam e desciam por ela".
Gênesis 17: "Jacó acordou do sono e disse: Verdadeiramente, Jeová está neste lugar e eu mesmo não o sabia".
Gênesis 18: "E ficou temeroso e acrescentou; Quão aterrorizante é este lugar. Não é senão a casa de Deus e este é seu portão de entrada".
A citação bíblica "a casa de meu pai tem muitas moradas" também nos reporta ao sentido esotérico, dizendo-nos que há muitos níveis para as criaturas dentro do seu grau de evolução e progresso.










Nesta 'escada', os Anjos sobem em sua 'Evolução' e também descem na ajuda espiritual aos demais. Pessoas com o "EU" acentuado (EGO, etc), usualmente vêem a 'Escada" só para ascender-se. Reflita sobre isto!
Existem mais coisas entre o céu e a terra do que jamais sonhou a vã filosofia !Parafraseando... "Existem mais coisas entre o KETHER e MALKUTH do que jamais sonhou a MAÇONARIA". Marcelo Antunes, dispõe magnifica figura em http://www.ordotrimegistus.net/ sobre a criação, mostrando os 4 planos da evolução: FÍSICO - ASTRAL - MENTAL e CAUSAL.
Em outra magistral figura de Marcelo Antunes, já mostrada neste Blog, estes 4 planos são vistos tridimencionalmente, à similaridade do encadeamento evolucional da figura anterior. Á frente do aprendiz, a 'Árvore da Vida' mostra o plano da TERRA (ASYYAH), com todo o seu conteúdo de materialidade. Às suas costas, como na evolução proposta no 'entendimento' da 'Escada de Jacó', os planos de evolução: AR - ÁGUA e FOGO. Em cada um destes planos mesma 'Arvore da Vida" dispõe em cada uma das 10 SEPHROT, e em cada um dos 22 CAMINHOS, um SIGIL (símbolo+conhecimento) diferente.
Na evolução dos graus, a maçonaria aponta aos iniciados o caminho da evolução. Se conhecidos os caminhos propugnados pela KABBALAH, a escalada de Jacó será muito melhor entendida!
E há muito mais...
REAA - SEMELHANÇAS OU MERAS COINCIDÊNCIAS?

A MENORAH e a KABBALAH

Uma contribuição aos graus filosóficos !
O candelabro de 7 velas (Menorah) dentro do tabernáculo era
uma obra de beleza extraordinária e consistia em três partes principais:
- a base:
- a haste principal:
- as hastes filiais.
Ao lado vemos um Menorah que está do lado de fora do Parlamento de Israel, o Knesset .


Mas, como podemos estabelecer correspondências da Menorah com a KABBALAK ?
A figura abaixo mostra lado a lado o ADÃO KADMON com a estrutura da KABBALAH:
Como uma representação do nosso microcosmo codificado, evidencia-se essa correspondência, apreciando-se a figura a seguir:

ASTROLOGIA e a KABBALAH

As lojas na maçonaria estão repletas de símbolos astrologicos. A alfabeto hebraico também guarda estreita correspondência com estes símbolos. A figura abaixo nos ajuda a visualizar estas correspondências:

No ALFABETO HEBRAICO:
As TRÊS LETRAS MÃES (SHIM -MEM - ALEPH) correspondem, respectivamente, aos elementos FOGO, ÁGUA e AR. Correspondem também aos 3 PLANETAS (transpessoais)
NETUNO - URANO - PLUTÃO .
As SETE LETRAS DUPLAS ( BETH - GIMEL - DALETH - KAPH - PEH - RESH e TAU) têm correspondência, respectivamente, com os 7 planetas (pessoais) SOL, LUA, MERCÚRIO, VÊNUS, MARTE, JUPITER e SATURNO.
As DOZE LETRAS SIMPLES (HEH - VAU - ZAYIN - SHET - TET - YOD - LAMED - NUN - SAMED - AYIN - ZADI e KOPH) têm correspondência, respectivamente, com os 12 SIGNOS astrais (Aries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Viergem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.
As 12 letras simples correspondem também, respectivamente, aos 12 meses do Calendário Hebraico (Nissam, Iar, Sivan, Tamus, Av, Elul, Tishrei, cheschevan, Kislev, Tevet, Shevat e Adar.
Nos Templos Maçônicos, as 12 colunas que compõem as laterais, correspondem e levam os símbolos dos 12 SIGNOS astrais mencionados, que associam-se a datas que marcam a época da passagem do SOL no Equador Celeste (Eclíptica), de acordo com o Calendário Gregoriano.

CURIOSIDADES MAÇÔNICAS.



O verdadeiro maçom não precisa dizer que é maçom, aonde quer que ele esteja será reconhecido como tal.




Disseram-me um dia, como a muitos outros também deve ter sido dito em algum momento da caminhada na vida maçônica, que dom Pedro, numa mesma data teria sido iniciado, elevado, exaltado e conduzido ao Grão-Mestrado da Maçonaria no Brasil, e que teria adotado o nome simbólico de Guatimozim, em homenagem ao último Imperador asteca do México que resistiu em 1522 ao conquistador espanhol Cortez. O relato histórico das reminiscências desmistificam os “ditos” para conduzir ao real entendimento que dom Pedro de Alcântara, iniciado em 02 de agosto de 1822, só foi guindado ao cargo de Grão-Mestre em 04 de outubro de 1822, e confirma que o então Príncipe Regente foi iniciado na Maçonaria com os rigores ritualísticos, adotou o nome de Guatimozim e que não ordenou o “fechamento”da Ordem Maçônica.

Fica aqui o nosso primeiro registro curioso. O nome Guatimozim, entrementes, era o nome histórico adotado por Martim Francisco Ribeiro de Andrade, irmão carnal e maçônico de José Bonifácio, e que perfilava ao lado de Falkland [Antônio Carlos Ribeiro de Andrade], Tibiriçá [José Bonifácio de Andrade e Silva], Caramuru [Antônio Telles da Silva], Aristides [Caetano Pinto de Miranda Montenegro] e Claudiano [Frei Sampaio – Francisco de Santa Tereza de Jesus Sampaio] nas alas maçônicas e registros do Apostolado e da Nobre Ordem dos Cavaleiros da Santa Cruz. Ademais, no Recife existia uma Loja Maçônica denominada Guatimosin, fundada em 1816 e que em 1821 mudou o seu nome para “Loja 6 de Marco de 1817”, em homenagem aos maçons sacrificados na gloriosa Revolução Pernambucana de 1817. A historiagrafia maçônica, contudo, passa ao largo da preferência de dom Pedro pelo nome heróico de Guatimozim.

Outro registro nos remete ao restabelecimento dos trabalhos maçônicos na forma ordenada por dom Pedro I. E estes, contudo, não foram reencetados, haja vista que a 02 de novembro de 1822, José Bonifácio determinou uma devassa contra os maçons do “Grupo do Ledo”, no episódio que ficou conhecido como “Bonifácia”. As razões ainda são pouco claras, ao que tudo indica o fato de dom Pedro ter sido aclamado Grão-Mestre numa sessão presidida por Joaquim Gonçalves Ledo foi interpretado como um golpe maçônico ao “Grupo do Bonifácio”, e os ânimos entre os grupos [azul e vermelho] que se mostravam em acirramento crescente desde o episódio que resultou em repreensão ao Frei Francisco Sampaio [Pílades] mostravam-se mais radicalizados com a eleição de dom Pedro para o cargo de Grão-Mestre em substituição a José Bonifácio. Devemos dizer que José Bonifácio efetivamente não compareceu a sessão em que dom Pedro tomou posse no cargo de Grão-Mestre, como de resto, não compareceu a nenhuma sessão importante e até mesmo foi colocado no cargo sem ser consultado, mas não foi totalmente tirado da diretoria, porque ainda era ministro de dom Pedro e continuava a exercer o cargo de Grão-Mestre Adjunto e Lugar-Tenente de dom Pedro no Apostolado.

O clima realmente esquentou quando o “Grupo do Ledo” tentou impor a dom Pedro, por ocasião da sua aclamação a Imperador do Brasil, em 12 de outubro de 1822, um juramento prévio da Constituição que seria elaborada pela Assembléia Geral Constituinte e Legislativa convocada pela circular de 17 de setembro de 1822. Tal fato desagradou profundamente ao “Grupo do Bonifácio” e ao próprio dom Pedro I, daí a interrupção dos trabalhos ordenada por este, para as “averiguações” procedimentais, na forma narrada nas reminiscências.

A abertura da “devassa” ordenada por José Bonifácio, dois dias depois da autorização emanada do Imperador e Grão-Mestre para o recomeço das atividades maçônicas, ocorreu depois que os Andradas [José Bonifácio e Martim Francisco] colocaram seus cargos de ministros à disposição do Imperador. Tão logo a notícia tornou-se conhecida no meio maçônico, iniciou-se um movimento no sentido de fazer o Imperador reintegrar os Andradas, o que acabo acontecendo. Reintegrados e fortalecidos pelas manifestações favoráveis, José Bonifácio desencadeou violenta repressão aos maçons identificados com a liderança de Joaquim Gonçalves Ledo e esse conjunto de fatos ficou conhecido como “Bonifácia”.

O devassado Joaquim Gonçalves Ledo fugiu para a Argentina com o auxílio do Cônsul da Suécia. José Clemente Pereira foi preso e depois deportado [30 de dezembro de 1822] para Havre, na França, em companhia de Januário da Cunha Barbosa, e posteriormente, os dois foram para Londres. Outros maçons foram presos e depois libertados, as lojas encerraram seus trabalhos e o Grande Oriente do Brasil fechado, deixando os maçons em pavorosa. Com a cissura, o fechamento do Grande Oriente do Brasil e sem oposição, os anti-maçons recrudesceram em campanhas, fazendo com que a Maçonaria aparecesse como inimiga do Imperador e do Trono, constituindo uma memória da Independência cada vez mais distante dos maçons e da Maçonaria. E a única voz que se ouvia bradar na imprensa era a do brigadeiro e maçom Domingos Alves Branco Moniz Barreto [Sólon] em seu jornal “Despertador Constitucional”.

O que se registra no meio maçônico, contudo, e em que pese o fechamento do Grande Oriente do Brasil, é que muitos maçons continuaram a se reunir às escondidas enquanto as lojas cerraram suas portas, atas e documentos maçônicos eram destruídos por todo o Brasil, à exceção de Pernambuco, onde as lojas funcionavam e os maçons se reuniam em oposição às determinações do Rio de Janeiro, e até conduziram os preparativos do movimento que ficou conhecido como Confederação do Equador – um dos momentos marcantes dos tempos de ouro da maçonaria pernambucana. Mas este é um relato para outra oportunidade.

Outra curiosidade marcante fica por conta de dois fatos. O primeiro, dom Pedro em 20 de julho de 1822, portanto, doze dias antes de ser iniciado, enviou um bilhete a José Bonifácio no qual tratava da Província da Bahia, convulsionada e resistente à Regência do Rio de Janeiro. Anote os termos maçônicos usados. Dizia o Príncipe Regente: “O Pequeno Ocidente toma a ousadia de fazer presente ao Grande Oriente, duas cartas da Bahia e alguns papéis periódicos da mesma terra há pouco vindas. Terra a quem o Supremo Arquiteto do Universo tão pouco propício tem sido. É o que se oferece por ora a remeter a este que em breve espera ser seu súdito e I\” [Arquivo da Casa Imperial do Brasil. Cartas (2) de D. Pedro a José Bonifácio. São Paulo, 20/07/1822 e 01/09/1822, II-POB-20.07.1822 – PI.B – c. 1-2, citado por Barata, ob. cit. p. 233], numa patente demonstração que os termos maçônicos não lhe eram desconhecidos e que esperava ser iniciado em nossa Ordem.

Outro fato singular refere-se a possibilidade do Príncipe Regente dom Pedro pertencer ao Apostolado da Nobre Ordem dos Cavaleiros da Santa Cruz, sociedade secreta de fins maçônicos fundada em 2 de junho de 1822 por José Bonifácio. O atesto é feito por Castellani ao citar Rio Branco em nota à “História da Independência do Brasil” de Vernhagem: “D. Pedro já pertencia, como ficou dito, a uma sociedade secreta, a Nobre ordem dos Cavaleiros de Santa Cruz, denominada Apostolado. Pelo livro das atas que S. M. o Sr. D. Pedro II possui, e figurou na Exposição de História do Brasil [no 6.986], sabe-se hoje que essa sociedade fundada por José Bonifácio, começou a funcionar em 2 de junho. D. Pedro era, com o título de arconte-rei, o chefe do Apostolado, sendo José Bonifácio seu lugar-tenente. Pelo livro do juramento, também exposto em 1881, ficou patente que Gonçalves Ledo e Nóbrega, também pertenciam ao Apostolado” [Castellani, in História do Grande Oriente do Brasil, p. 70]. O Nóbrega referido poderia ser os maçons Francisco Luiz Pereira da Nóbrega ou Luiz Pereira da Nóbrega de Sousa Coutinho.




"LOUVADA SEJA A MAÇONARIA QUE NOS FEZ IRMÃOS"




terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pessoas especias merecem um cantinho especial em nossa Loja….confira os aniversariantes deste mês.

Que o tempo seja sempre o seu melhor parceiro, trazendo serenidade, equilíbrio e sabedoria – que lhe darão a receita ideal de como viver a vida, aproveitando o melhor que ela tem a oferecer.
Que as conquistas do passado lhe tragam à lembrança, não só alegrias, mas também a força e o entusiasmo para superar eventuais obstáculos e implementar os mais importantes projetos para o futuro.
Muita saúde, amor, paz, fé, esperança, alegrias e prosperidade!

Um sincero abraço e votos de muitas felicidades de toda Loja Amor e justiça 7!

Aos Aniversariantes do mês de Outubro.